Sou eu mesma, nada além disso. Sou intensa, sou verdadeira, sou ‘pra cima’. Se gosto não tenho o menor problema de assumir, e se não gosto, não faço o menor esforço pra fingir. Sou capaz de ir muito mais longe do que qualquer um pensa, mas às vezes sinto tanto medo que nem consigo me mexer. Sabe, eu sou de carne e osso, sou de verdade. Eu sorrio, choro, sinto dores profundas. Mesmo que na maioria do tempo eu esteja sorrindo, somente eu sei o que se passa dentro de mim. E se não sou perfeita, aprendi a não esperar perfeição de ninguém. Tudo o que espero é sinceridade.
Me preocupo com aqueles de quem gosto, e me sinto profundamente triste e magoada quando alguém que considero muito não tem a mesma preocupação comigo. Mas acho que isso é normal, todos devem se sentir assim vez ou outra. Mas as decepções não me mataram, só me ensinaram a ser forte. Mas não tão forte a ponto de não precisar de alguém.
Acho que isso também é normal, no fundo, todos procuram alguém pra chamar de seu. Alguém com quem contar em todas as horas, nas boas e nas ruins...pra sorrir junto numa tarde de bobeira, mas também pra ouvir nossas angústias e nos dar colo quando o dia não foi bom.
E ninguém é um só...todos nós somos várias pessoas dentro de nós mesmos. Eu as vezes tenho até dificuldade pra saber qual de mim sou. Mas algumas coisas não mudam, nem quando eu mudo. Sou carente, mesmo quando tento não parecer. Sou frágil, mesmo escondendo minha dor. Sou romântica, mesmo não deixando isso aparecer pra qualquer um.
Eu sou eu mesma. Mas poucos vão ser capazes de conhecer quem de verdade eu sou.
Escrever me desarma...me tira do meio da fúria dos dias...me esvazia de mim mesma. É essa a função desse blog, guardar o que tiro de mim.
domingo, 3 de novembro de 2013
Eu
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